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000321 – 08.12.2013 - BAIANOS e turistas louvam santa dos Raios e dos trovões no Pelourinho

Com o tema Santa Bárbara, por seu testemunho de vida contrita a Deus renovamos a Fé nas promessas de Cristo, os devotos de Santa Bárbara festejam a padroeira com um tríduo até o dia 3 de dezembro, sempre às 18h, na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (Pelourinho). No dia festivo, 4, acontecerá uma alvorada às 6 h; às 8 h será celebrada a Missa Solene, presidida pelo capelão, padre Lázaro Muniz. A partir das 10h os devotos sairão em procissão pelas ruas do Centro Histórico. Santa Bárbara Nascida na Fenícia, Santa Bárbara era filha de um homem rico e pagão chamado Dióscoro, que, ao ficar viúvo, dedicou as atenções à sua única filha. Dona de uma beleza fora do comum, Santa Bárbara foi trancada em uma torre, pelo pai, para que não atraísse pretendentes. Lá, ela passou a se questionar a respeito da criação divina e se converteu ao cristianismo, para a injúria de Dióscoro.   A fama da beleza de Santa Bárbara se espalhou pela cidade e despertou interesse de muitas pessoas. Decidida a viver a castidade, Santa Bárbara rejeitou todos os pretendentes. Inconformado com a fé cristã de Santa Bárbara, Dióscoro levou-a para os juízes da cidade, que a condenaram à morte. Ela foi degolada pelo próprio pai. Quando a espada atravessou o pescoço da jovem, um Raio atingiu Dióscoro e o reduziu a cinzas. A devoção a Santa Bárbara na Bahia provém da influência portuguesa. Havia um mercado no bairro do Comércio, administrado por um nobre português. Devoto, ele encomendou uma imagem da Santa, diretamente de Portugal, e a deixou no estabelecimento para que as pessoas pudessem contemplar. Todo ano, no dia dedicado à Santa Bárbara - 4 de dezembro - os devotos participavam de missas e realizavam procissão pelas ruas.   O mercado, porém, pegou fogo e a imagem foi transferida para um ambiente comercial na Baixa dos Sapateiros que, na década de 1980, também sofreu um incêndio. Assim, para não perder a tradição das homenagens, a imagem foi doada para a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, onde os festejos são celebrados até os dias atuais. Em Salvador, a festa é sincrética. Adeptos do povo de santo se misturam aos católicos e reverenciam a orixá Iansã. Fonte: http://www.bahiaja.com.br/turismo/ Imagem Internet  

Postado em 03/12/2013

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